Já chegou e já passou… O meu 1º Aniversário!!! Eita dificuldade
Oi, Pessoal!
Primeiro eu preciso pedir desculpas a vocês por terem ficado tanto tempo sem notícias, mas depois que vocês lerem esse post, verão que não foi por mal. Eu descobri que esse negócio de começar a crescer dá muito trabalho, e depois que a gente fica mais velho, como eu que agora já tenho 1 ano inteiro completo, as coisas só ficam mais difíceis. Eu sei que faz muito tempo que a maioria de vocês passou por isso, e não devem lembrar como era, mas é só continuar comigo que eu vou lembrar vocês. Como tenho muita coisa pra contar, vou resumir um pouco, senão vai ficar chato e vocês vão me deixar falando sozinho.
Antes de qualquer coisa eu preciso contar pra vocês da minha festa de aniversário… que coisa maravilhosa! Se eu soubesse que fazer aniversário era tão bom, teria feito um muito antes já, hehehehe. O papai e a mamãe resolveram fazer a festa na casa da minha vó, lá na praia. Esconderam tudo de mim até a hora da festa, ficaram fazendo suspense, não deixavam eu ver nada. Mamãe saía de casa nos finais de semana antes da festa e voltava com um monte de sacolas enormes, e não me deixava ver nada. Mas tenho que confessar, valeu à pena esperar. Fizeram uma festa maravilhosa com a Turma do Cocoricó que eu tanto gosto! E não saíram contratando gente pra fazer e ficaram só olhando, não. Minha mãe, meu pai, minhas tias e as primas do papai decoraram tudo, minha vó fez todos os salgados, e uma tia do papai ainda fez todos os docinhos… acho que isso que deixou a festa ainda mais gostosa. Na hora da festa tinha muita gente, todos os meus avós, tios, primos, os primos do papai, meu padrinho que eu não via há muito tempo, minha bisa (vó da mamãe), uns amigos do papai e da mamãe, alguns vizinhos… ufa, espero não ter esquecido ninguém! Se eu tiver esquecido, me desculpem, mas é que tinha muita gente e minha memória ainda não é das melhores. Não posso esquecer que eu ganhei muitos presentes, e adorei todos! Enfim, não tem como explicar, só quem tava lá que viu como a festa foi maravilhosa, e eu agradeço a todos que foram, ajudaram a montar, brincaram comigo, me curtiram, me paparicaram, me deram presentes (é claro), que tornaram esse dia tão especial! Ah, só tem uma coisa, eu quero deixar claro que não comecei a andar naquele dia de tanto que vocês ficaram fazendo pressão… não é assim que a banda toca não, viu. Vocês acham que, filho do meu pai, eu vou começar a andar pra vocês pararem de me pegar no colo e me levar pra onde eu quiser, é… é ruim, hein!
Bom, como meu pai sempre diz, não há bem que sempre dure, e a moleza começou a acabar por aí. Calma, não vou ficar me lamentando, mas começo a ver que a vida não é só comer e dormir (e fazer cocô, claro… hehehe). Não lembro exatamente se uns dias antes ou depois do meu aniversário, começaram a me levar pra escolinha. Primeiro achei estranho, papai chegava no portão de uma casa, me entregava pra uma tia que eu não conhecia, virava as costas e ia embora. Depois, só no fim do dia, sem me explicar porque me abandonaram o dia todo, mamãe aparecia por lá, nem entrava pelo portão, e aquela tia me entregava pra ela e a gente ia pra casa. No começo eu achei estranho, mas depois comecei a me acostumar, a gostar, afinal eu ficava brincando com vários coleguinhas da minha idade e as tias cuidavam muito bem de mim. Mas quando eu tava bem acostumado, nem chorava mais quando o papai me deixava, parei de ir. Fiquei um tempão sem ir, na minha vidinha de antes, em casa. Ah, não tão igual a minha vidinha de antes, porque quando eu comecei a ir pra escolinha, aprendi a chamar a mamãe, o papai, a tia da escolinha… no começo foi só isso.
Aí então chegaram as férias do papai e da mamãe. Foram duas semanas, mas pra mim pareceram uma eternidade. Tá certo que eu sou menino e gosto de carro, já tenho 1 ano e fico mais tranquilo em passeios longos, mas eles me sacanearam. Passamos a metade do tempo no carro, viajando. Tá certo, fui pra casa das minhas duas vovós, recebi uma visita de um velhinho barbudo, barrigudo, e todo encapotado numa roupa vermelha lá na casa da vovó, na praia. Coitado, ele devia tá com calor com aquilo tudo, mas eu gostei muito dele, porque ele me deu um monte de presente. Se bem que eu fiquei olhando bem pra ele, e ele me parecia meu avô, fiquei bem na dúvida. Mas eu acho que era ele sim, pelo menos a barriga e o chinelo eram iguaizinhos aos dele… hehehe. Sei lá, só sei que foi muito legal! Depois fomos pra casa da minha outra vovó, depois voltamos pra casa da vovó na praia, comemoramos o aniversário da dinda, que fez 30 anos (coitada, se eu que fiz 1 ano já ganhei um monte de tarefa, imagina ela com tudo isso…), depois fomos conhecer uma cidadezinha quente, mas era muito quente, quase não aguentei de tanto calor. Ainda voltamos pra casa da vovó e do vovô na praia, pra só depois voltar pra casa. Antes de voltar pra casa ainda tomei banho de mar, brinquei na areia, tomei um caldo e fiz tudo o que se deve fazer em uma praia… hehehe. Ah! Chamei o vovô e ele finalmente entendeu que eu tava chamando ele, ficou todo feliz e contou pra todo mundo… hehehe.
Ufa, conseguem imaginar o que é andar tudo isso de carro? Pois é, quando a gente voltou pra casa, o que eu mais queria era ficar quietinho na minha cama, com os meus bichinhos, curtindo a paz e o sossego. Quando achei que tinha acabado, na semana seguinte o papai e a mamãe me colocam no carro denovo, que era aniversário de 1 ano do meu priminho mais novo. Foi uma festa muito legal, tinha cama elástica, piscina de bolinha, muita coisa boa pra comer, e muita gente legal também. Eu voltei naquela semana pra escolinha, revi as tias legais que cuidavam de mim, meus amiguinhos, brinquei muito com eles, contei tudo o que tinha feito, tava feliz da vida de estar em casa denovo. No final de semana que a coisa ficou feia.
No sábado fiquei bem resfriado, e no domingo acordei com muita dificuldade pra respirar. Meus pais me levaram no hospital pra ver o que era, fiz fumacinha (inalação) 4 vezes seguidas. Aquilo era muito chato, não gostei não, e eles conseguiram fazer, mas eu não me rendi sem lutar. A briga foi boa, mas como a mamãe e o papai são mais fortes do que eu, conseguiram me segurar. Pior que não resolveu, e tive que ficar uma semana no hospital. Não posso reclamar muito não, porque apesar de ser um lugar que nem de longe lembra a minha casa, me trataram muito bem. Só o ruim foi ter que ficar fazendo aquela fumacinha chata várias vezes por dia, e depois vinham umas tias e ficavam batendo nas minhas costas, me apertando de uns jeitos estranhos… deixa eu contar uma coisa pra vocês, essa parte eu até gostava, porque além desses tapinhas e apertões melhorarem a minha respiração, as tias eram bem bonitas, e eu ficava contente quando elas chegavam… hehehe.
Foi só uma semana? Pareceu um mês, um ano, sei lá, parecia muito tempo. Não tinha muito o que fazer, então eu ficava correndo pelo corredor, conversando com as tias que cuidavam de mim, brincando em um parquinho que tinha lá dentro, mas só. Pelo menos assisti bastante Cocoricó, só deixava fazer a fumacinha se tivesse Cocoricó pra eu assistir… hehehe. Ainda bem que isso passou. Depois ainda tive que fazer fumacinha em casa, e tomei uns remédios, mas agora estou bem. Tá bom, eu tive que voltar pro hospital umas semanas depois, mas fui pra casa no mesmo dia. Ah! Como não tinha muito que fazer no hospital, resolvi aprender a andar afinal. Andava por tudo lá, e agora to andando e correndo pra todo lado. Quem não tá gostando muito disso é o Oliver, porque não é mais muito fácil dele fugir de mim… hehehe.
Bom, agora eu ando bastante, falo muito, peço o que vou comer, todo mundo já entende quando eu peço uma banana, água, suco, comida, falo Alô no telefone e converso com o papai quando ele tá trabalhando, chamo o papai, a mamãe, a tia da escola, a dinda, o vovô, a vovó, todo mundo, ligo o Cocoricó sozinho quando a mamãe não quer colocar pra mim… a coisa tá ficando mais fácil. Mas não posso negar que eu ainda peço um colinho do papai e da mamãe quando to cansado, quando quero um carinho, tenho que aproveitar enquanto eles não negam, não é?
Ai ai, viram como minha vida não tá fácil? Foi difícil achar um tempinho pra contar tudo isso pra vocês. Já sei, vocês querem fotos, né. Calma, não vou deixar vocês sem fotos, vou pedir pro papai colocar algumas aí porque já tá tarde e eu preciso ir dormir.
Beijão pra todos vocês e até a próxima (que eu espero que seja bem próxima)!
PAPAÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍ!



























































